O MOPI, a Casa de Marta e Maria e a Casa São Lázaro encerraram o mês com festas julinas que promoveram a socialização, o fortalecimento de vínculos, a inclusão social e o estímulo ao convívio comunitário. As celebrações também valorizaram as manifestações culturais brasileiras, despertando memórias afetivas e proporcionando momentos de alegria, descontração e sentimento de pertencimento.
Confira abaixo como foram as comemorações em cada unidade da Associação Reciclázaro:
MOPI
No dia 16/07, o MOPI participou do Arraiá do Vem Dançar, promovido pelo Centro de Tradições Nordestinas (CTN). A ação, realizada por meio de parceria que fortalece iniciativas culturais, proporcionou uma tarde de integração, lazer e valorização da cultura popular.
Os participantes desfrutaram de apresentações musicais, danças típicas, momentos de confraternização e diversas atividades recreativas.
No dia 17 de julho, o clima de arraiá tomou conta do Colégio Noêmia Ippólito. A instituição recebeu usuários, familiares, colaboradores e convidados do MOPI para a tradicional festa julina deste Núcleo de Convivência de Idosos da Associação Reciclázaro.
A programação contou com apresentações especiais, desenvolvidas ao longo do semestre com dedicação pelos professores e alunos das oficinas, que encantaram o público.
O evento também ofereceu um animado bingo recreativo, repleto de prendas, além de uma mesa com comidas típicas. Para finalizar, lembrancinhas cheias de afeto foram entregues aos participantes.
CASA DE MARTA E MARIA
A Casa de Marta e Maria realizou sua Festa Julina no dia 17/07, com bingo, quitutes, bazar de roupas, quadrilha e diversos prêmios. A decoração foi criada com a participação das mulheres e crianças acolhidas, fortalecendo o sentimento de pertencimento, colaboração e construção coletiva.
CASA SÃO LÁZARO
Já no dia 23/07 foi a vez da Casa São Lázaro promover seu arraiá, com comidas típicas, decoração especial e brincadeiras clássicas como bingo, pescaria, jogo das argolas e acerte o alvo, garantindo momentos de descontração e integração entre os conviventes.
Essas celebrações nos Centros de Acolhida desempenharam um papel fundamental ao criar ambientes seguros onde alegria, convivência e acolhimento puderam florescer. Em meio ao processo de reconstrução emocional dos acolhidos, momentos festivos ajudam a aliviar tensões, fortalecer a autoestima e resgatar memórias afetivas que favorecem o processo de superação e a reconstrução de trajetórias.